"A adjudicação foi feita por ajuste directo à Luzosfera, depois de ter sido anulado o concurso público devido aos pedidos de impugnação apresentados, que contestaram a escolha daquela empresa.A Luzosfera, do grupo SIRAM, liderada pelo ex-deputado regional Sílvio Santos (PSD), ganha assim mais meio milhão de euros em relação ao valor anual da sua própria proposta."Não venho criticar os 5 milhões de euros que a Madeira vai gastar em luzes para as ruas porque acredito que traga um retorno maior. Critico sim, o ajuste directo, então isso não é proibido na função pública?
faz o que eu digo, não faças o que eu faço...
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